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Por que Jesus prometeu enviar outro Consolador?

 


   Quando Jesus anunciou aos discípulos que partiria, o coração deles se encheu de inquietação. Aquele que os chamou, ensinou, corrigiu e amou estava dizendo que iria embora. Contudo, no mesmo discurso registrado no Evangelho de João, Ele fez uma promessa que transformaria a tristeza em esperança: “Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14:16).

Quem é o Espírito Santo na Trindade?

 

  


 Das três Pessoas da Santíssima Trindade, a mais enigmática é o Espírito Santo. Ele não se revela em forma visível como o Filho, que “se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1.14), nem é contemplado em majestade como o Pai eterno, a quem as Escrituras descrevem assentado no trono (Is 6; Ap 4). Sua presença é mistério que se insinua de forma discreta nas Escrituras, mas cuja atuação é profunda e decisiva na história da redenção. 

A importância de entender a distinção entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo

 


   Compreender a distinção entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo é essencial para uma fé cristã saudável, bíblica e coerente. A Escritura Sagrada revela que Deus é um só em essência, mas se manifesta eternamente em três Pessoas distintas, que coexistem em perfeita unidade e harmonia. 

A Preexistência de Jesus nos Evangelhos: Uma Verdade Presente em Todos Eles

 

   Apóstolo João, sem dúvidas é o evangelista que mais profundamente ressalta a doutrina da pré-existência de Cristo. Já em seu prólogo (Jo 1:1), ele apresenta de forma direta e majestosa a realidade eterna do Verbo, destacando que “no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.