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Cuidado com o que você posta nas redes sociais: Um Chamado à Prudência Cristã

 

  Vivemos dias em que a exposição se tornou algo comum. As redes sociais transformaram momentos íntimos em conteúdo público, e aquilo que antes era reservado ao lar, hoje é facilmente compartilhado com milhares de pessoas. Contudo, como cristãos, precisamos lembrar que nem tudo o que pode ser postado convém que seja postado.

A moda da calça apertada no púlpito das igrejas evangélicas

 

   A moda nunca foi apenas uma questão de tecido, corte ou estética. Ao longo da história, cada tendência carrega consigo uma mensagem, um espírito do tempo, um posicionamento cultural e, muitas vezes, uma reação aos valores estabelecidos.

Quando as trends se tornam um perigo para a nossa fé


    Vivemos em um tempo em que as redes sociais ditam comportamentos, linguagem, músicas e até valores. As trends surgem rapidamente, viralizam e, muitas vezes, são seguidas sem qualquer reflexão. O problema é que nem tudo o que é tendência no mundo é saudável para a fé cristã.

O que nossas escolhas musicais e audiovisuais dizem sobre nosso testemunho cristão?

 


  Hoje, mais do que nunca, a vida cristã é desafiada por influências externas que, muitas vezes, passam despercebidas por estarem disfarçadas de entretenimento. Filmes, músicas, vídeos curtos e trends nas redes sociais estão por toda parte — e com isso, muitos cristãos, inclusive veteranos na fé, acabam incorporando elementos seculares à sua rotina sem o devido discernimento.

Jogar futebol é pecado?


"Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração" (Mt 6.31).

   O futebol surgiu na China, segundo alguns registros antigos, a quase três mil anos atrás. Da China o futebol saiu para o resto do mundo, mas foi graças aos ingleses que esse esporte se tornou tão popular até os dias de hoje.

A Marca da Besta




O que é a marca da besta? Será uma marca literal ou simbólica? 

Abordar os assuntos proféticos da Bíblia sempre foram um grande desafio. Ainda mais se tratando do livro de Apocalipse. 

Carnaval não é coisa para crente!

INTRODUÇÃO

     O carnaval é uma das festas mais conhecidas do mundo, marcada por desfiles, danças e excessos. No entanto, poucos compreendem sua verdadeira origem e o que ela representa espiritualmente. Embora muitos a tratem apenas como um momento de alegria e descontração, a verdade é que o carnaval possui raízes profundamente profanas, nascidas de ritos pagãos e práticas carnais. O cristão, que foi chamado à santidade e à separação do mundo, precisa discernir o que está por trás dessa celebração e se posicionar conforme a Palavra de Deus.

1. ORIGEM 

   Historicamente, o carnaval surgiu na Antiguidade como uma festa pagã de adoração e libertinagem. Mais tarde, foi incorporada ao calendário da Igreja Católica em 590 d.C., antecedendo a Quaresma — período de penitência que se iniciava na Quarta-Feira de Cinzas. A festa se estendia desde o Dia de Reis (Epifania) e era marcada por uma liberdade desregrada, na qual as pessoas se entregavam aos prazeres da carne, como a bebedice, a prostituição e a glutonaria — todas práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (1 Co 6:9-10; Gl 5:19-21).

Mesmo diante dessa realidade, muitos evangélicos ainda se sentem tentados a participar ou simpatizar com o carnaval, questionando se é pecado ou não “pular carnaval”. Outros, tentando justificar o injustificável, criaram o chamado “carnaval gospel”, uma tentativa de “cristianizar” algo que é, em sua essência, profano. No entanto, isso não passa de uma forma disfarçada de manter laços com o mundo. Uma vez que a Bíblia Sagrada nos adverte claramente: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento” (Rm 12:2).

O verdadeiro cristão, nascido de novo, não encontra prazer nas obras da carne, mas busca viver segundo o Espírito. Participar, assistir ou promover o carnaval — seja secular ou “gospel” — é comprometer a fé e profanar o nome do Senhor com práticas mundanas. Isso é o que chamamos de sincretismo religioso, uma perigosa mistura entre o sagrado e o profano, algo que Deus abomina.

A Palavra é clara quanto a isso: “Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. [...] Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Rm 8:5-8). O crente que verdadeiramente nasceu de novo e tem o Espírito Santo habitando em si não sente atração por festas que exaltam o pecado, mas se alegra em viver uma vida santa e separada para Deus.

2. PERIGO DO SINCRETISMO RELIGIOSO

   Nos últimos tempos, tem surgido uma tendência perigosa dentro do meio evangélico: a tentativa de adaptar práticas e costumes do mundo para dentro da Igreja, colocando nelas o rótulo de “gospel”. Assim, o que antes era rejeitado por ser profano, passou a ser “batizado” com o nome de Deus, tornando-se o chamado funk gospel, balada gospel, carnaval gospel, entre outras versões modernas de entretenimentos seculares.

Essa tentativa de “cristianizar” o profano é uma forma sutil de sincretismo — uma mistura entre o santo e o mundano, o que é totalmente contrário à santidade que Deus exige do Seu povo. O Senhor nunca aceitou misturas, e a Bíblia é clara: “Não pode a fonte jorrar do mesmo lugar água doce e água amarga” (Tg 3:11). O evangelho não precisa se parecer com o mundo para alcançar o mundo; é o mundo que precisa se converter ao evangelho.

Ao tentar adaptar o pecado, muitos têm enfraquecido a essência da fé cristã. O “evangelho do entretenimento” rouba a cruz da mensagem e substitui a santidade por performances. Isso é perigoso, porque distorce o caráter de Deus, dilui a autoridade da Igreja e confunde os novos convertidos, levando-os a crer que é possível servir a Deus e ao mundo ao mesmo tempo.

Mas Jesus foi categórico ao dizer: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro” (Mt 6:24). O cristianismo verdadeiro é renúncia, é separação, é vida no Espírito — não uma tentativa de ajustar o evangelho à cultura carnal.

Quando o povo de Deus deixa de rejeitar o que é profano e passa a imitar o mundo, a Igreja perde sua autoridade espiritual e sua luz se apaga. O apóstolo Paulo adverte: “Sai do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei” (2 Co 6:17). Portanto, o caminho do crente não é o da adaptação, mas o da santificação.

3.CONCLUSÃO 

   O carnaval é, sem dúvida, uma festa contrária aos princípios do Reino de Deus. É um período em que o mundo celebra a carne, enquanto o cristão é chamado a crucificá-la. Portanto, quem ama a Deus e deseja viver segundo o Espírito não deve se envolver com tais práticas.

Querido irmão, lembre-se de que fomos libertos do pecado por Cristo Jesus, e essa liberdade não nos dá o direito de voltar às velhas obras das trevas. Não se deixe enganar por festas que tentam mascarar o pecado com aparência de “alegria”. A verdadeira alegria está em servir ao Senhor com pureza de coração e santidade de vida.

Viva para agradar a Deus, e não para satisfazer a carne. “Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis” (Rm 8:13).

Que o Espírito Santo te conduza à verdadeira alegria que há em Cristo Jesus, longe das ilusões do mundo. Amém.



A origem da Árvore de Natal


A tradição de enfeitar árvores e tê-las como algo sagrado, é tão antigo quanto o próprio Natal, é uma prática existente em todas as culturas e religiões pagãs do mundo. 

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Diversos povos, inclusive os que aparecem na Bíblia, consideravam por exemplo, o Carvalho como árvore sagrada (Gn 12.6, 35.4; Jr 10.3,4) e por isso, realizavam debaixo dessas árvores muitos sacrifícios humanos em nome de seus deuses; uma abominação ao Senhor (Ez 20.27-32).

Em algumas culturas pagãs, as árvores eram vistas, como "uma expressão da fertilidade da mãe natureza".  

Na Alemanha, por exemplo, com a queda das folhas, no inverno, as pessoas tinham o costume de enfeitar às árvores, alegando que os espíritos haviam se retirado e enfeitando-as eles retornariam para elas.

Na Babilônia, existia uma lenda que um Pinheiro nasceu sobrenaturalmente, de um tronco morto; simbolizando Ninrode morto, mas que reencarnou em seu filho Tamuz, muito cultuado na Mesopotâmia pelos sírios e cananeus, como o deus da fertilidade. 

De acordo com o livro de Ezequiel 8.14, as mulheres israelitas tinham o costume de chorar a sua morte,  num dos portões do Templo, que diziam que ressuscitará no ano seguinte.

Os egípcios, também tinham o costume de trazer no dia mais curto do ano, em Dezembro, algumas folhas de sua árvore sagrada ( Palmeira), para as sua casas como sinal de triunfo da vida sobre a morte. 

Era uma representação simbólica a lenda de Osíris, considerado o deus da fertilidade egípcia.  Já os romanos, na Sartunália (festa pagã romana), enfeitavam os Abetos, nos mesmos dias em que se prepara a Árvore de Natal moderna,  em honra a Saturno, o deus da agricultura.

Segundo a Enciclopédia BARSA, vol 11, pág 274; foi na Germânia, datando do tempo de São Bonifácio, no séc 16,  que a Árvore de Natal se popularizou entre os cristãos católicos; adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin (deus nórdico),  trocando-a pelo Pinheiro, em honra ao deus-menino, Jesus. 

Com o surgimento do protestantismo, os germanos atribuíram a origem da árvore de Natal a Martinho Lutero (1486-1546).

Só no século XIX, foi que a tradição de enfeitar árvores no Natal, chegou a Inglaterra,  França e posteriormente para o resto do mundo.

Assim como o Natal, a árvore natalina teve sua origem no paganismo, que com o advento do cristianismo, ganhou roupagens e significados novos, mas sem deixar sua raízes pagãs.

O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE ISSO

Como vimos no texto acima, o costume de  adorar árvores e tê-la como uma representação de um deus pagão,  remota aos tempos bíblicos, sendo uma abominação ao olhos do Senhor.

Também, vemos que Deus ordenou no passado, que o seu povo não vivessem segundo os costumes e tradições dos pagãos que viviam na terra de Canaã, para que não cometessem estes mesmos pecados (Ex 34.12,14).

O Senhor, também ordenou, que não houvesse nenhuma "árvore" ou algo que lembra-se os ídolos pagãos, junto do altar consagrado a Ele. Mostrando ao seu povo que Ele é um Deus Zeloso e que não possui nenhuma ligação com os deuses pagãos (Dt 16.21).

Então, porque trazermos para a nossa casa essa maldição? Quem você está adorando de fato ao ornamentar um Pinheiro, Jesus ressuscitado ou o deus-menino do católicismo romano?

Que Deus lhe faça ver a verdade, pois a Sua Palavra nos ensina que a Igreja de Cristo, não deve seguir os costumes pagãos, antes andar no temor do Senhor, tendo uma vida completamente dedicada a Ele (Jr 10.2-4,10; 2Co 6.14-18).