
“Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.” (Mt 10.28).
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“Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.” (Mt 10.28).
O relato do Gênesis nos transporta ao início da criação, quando Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, tornando-o alma vivente (Gn 2:7). O Criador então plantou um jardim no Éden, lugar de perfeição, beleza e harmonia, onde o homem viveria em comunhão direta com Deus e teria à disposição toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento (Gn 2:8–9).
O pecado entrou no mundo por meio de um só homem, Adão (Rm 5:12). A partir desse ato de desobediência, toda a humanidade passou a herdar uma natureza corrompida, inclinada ao mal e afastada da santidade de Deus.
Ao longo dos anos, muitos pregadores e professores da Palavra têm usado uma bela ilustração para descrever a criação do homem: “Deus desceu do céu, ajoelhou-se na terra, tomou o barro em Suas mãos e deu forma ao homem.”
Uma das verdades mais profundas sobre a condição humana é que não nos tornamos pecadores por causa dos nossos atos, mas nascemos com uma natureza pecaminosa. O pecado não é apenas algo que fazemos — é algo que habita em nós desde o nascimento.